PARA REFLETIR "Julgamos a nós mesmos pelo que nós somos capazes de fazer, enquanto os outros nos julgam pelo que já fizemos". Certa vez um garoto entrou na sala de emergência de um hospital depois de ter sido atropelado. O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para efetuar o depósito necessário ao atendimento, informou que não possuía, naquele momento, dinheiro ou cheque que pudesse oferecer em garantia, mas certamente, se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito na primeira oportunidade. O atendente, na impossibilidade de liberar o atendimento, mas, com a vantagem de ter um dos diretores do hospital, que também era médico, de plantão naquele momento, resolveu consultá-lo. Todavia, por não ter dinheiro nem garantias para o tratamento, não liberou o atendimento, fato que levou a criança atropelada a falecer. O diretor, novamente chamado para assinar o atestado de óbito do garoto, ao chegar para o exame cadavérico, descobre que o garoto atropelado era seu filho, que poderia ter sido salvo se tivesse recebido atendimento. Continua....
Escrito por Lilith às 19h41
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Escrito por Lilith às 19h30
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Escrito por Lilith às 17h54
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Feliz Páscoa
Humm...Chocolate...o alimento dos deuses
"Theobroma", do grego, quer dizer "alimento dos deuses". Este é o nome de batismo do chocolate. O batismo aconteceu em meados do século XVIII. O padrinho foi Carlos Linnaeus, um botânico sueco que conhecia muito bem a trajetória do chocolate através da história dos povos.
Mas essa história não é da época de Lennaeus. É bem mais antiga. Começou há séculos atrás, com as civilizações asteca e maia, na América Central, mais precisamente onde hoje ficam os territórios do México e da Guatemala.
Lá no México, os astecas cultuavam o deus Quetzalcoatl. Ele personificava a sabedoria e o conhecimento e foi quem lhes deu, entre outras coisas, o chocolate. Os astecas acreditavam que Quetzalcoatl trouxera do céu para o povo as sementes de cacau. Eles festejavam as colheitas com rituais cruéis de sacrifícios humanos, oferecendo às vítimas taças de chocolate.
Um dia, Quetzalcoatl ficou velho e decidiu abandonar os astecas. Partiu em uma jangada de serpentes para o seu lugar de origem - a Terra do Ouro. Antes de partir, porém, ele prometeu voltar no ano de "um cunho", que ocorria uma vez a cada ciclo de 52 anos no calendário que ele mesmo criara para os astecas.
Feliz Páscoa
Escrito por Lilith às 14h41
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Voltei
Desculpem a falta de atualização,mas estava mesmo sem tempo,estou trabalhando muito,e sonhando pouco....
Escrito por Lilith às 16h53
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Carnaval...
Todo carnaval me lembro da música "Vocé é linda " do Caetano Veloso, que guarda um momento muito especial da minha vida ,que foi cantada em minha homenagem por uma pessoa muito especial. "você é forte dentes e músculos peitos e lábios você é forte letras e músicas todas as músicas que ainda hei de ouvir no abaeté areias e estrelas não são mais belas do que você mulher das estrelas mina de estrelas diga o que você quer"
"gosto de ver você no seu ritmo Dona do carnaval gosto de ter sentir seu estilo ir no seu íntimo nunca me faça mal"
"linda mais que demais você é linda sim onda do mar do amor que bateu em mim você é linda e sabe viver você me faz feliz esta canção é só pra dizer e diz" ( Caetano Veloso)
Escrito por Lilith às 20h30
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Soneto de véspera
Quando chegares e eu te vir chorando De tanto te esperar, que te direi? E da angústia de amar-te, te esperando Reencontrada, como te amarei?
Que beijo teu de lágrimas terei Para esquecer o que vivi lembrando E que farei da antiga mágoa quando Não puder te dizer por que chorei?
Como ocultar a sombra em mim suspensa Pelo martírio da memória imensa Que a distância criou - fria de vida
Imagem tua que eu compus serena Atenta ao meu apelo e à minha pena E que quisera nunca mais perdida...
Vinícius de Moraes
Escrito por Lilith às 18h38
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Escrito por Lilith às 16h39
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Uma Antiga Lenda
Conta uma antiga lenda que na Idade Media um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condena-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem a morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.
Disse o juiz: sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteara um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidira seu destino, determinou o juiz.
Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída.
Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
"Mas o que você fez?" E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?"
"É muito fácil", respondeu o homem. "Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário."
Imediatamente o homem foi liberado.
MORAL DA HISTORIA:
Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar ate o ultimo momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída.
Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir.
Escrito por Lilith às 16h29
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Escrito por Lilith às 23h32
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Soneto do Amor Total
Amo-te tanto meu amor não cante humano coração com mais verdade Amo-te como amigo e como amante numa semi e diversa realidade Amo-te assim em um calmo amor prestante e te amo além presente da saudade
Amo-te enfim com grande liberdade Dentro da eternidade a cada instante Amo-te como um bicho simplesmente de um amor sem mistérios e sem virtudes com um desejo maciço e permanente e de te amar assim, muito e amiúde é que um dia no teu corpo de repente hei de morrer de amar mais do que podia Sem você, meu amor eu não sou ninguém.
Vinícius de Morais
Escrito por Lilith às 23h23
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Escrito por Lilith às 17h52
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"No mistério do Sem-Fim, equilibra-se um planeta. E, no planeta, um jardim, e, no jardim, um canteiro: no canteiro, uma violeta, e, sobre ela, o dia inteiro, entre o planeta e o Sem-Fim, a asa de uma borboleta."
Cecília Meireles
Escrito por Lilith às 17h47
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Passeio....
Hoje fui visitar o museu do imigrante ,muito legal!!!Não imaginava que tinha tantas informações bacanas.Foi um bom final de semana deu para descansar e namorar .
Escrito por Lilith às 17h45
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A FALTA QUE AMA
Entre areia,
sol e grama o que se esquiva se dá,
enquanto a falta que ama
procura alguém que não há.
Está coberto de terra,
forrado de esquecimento.
Onde a vista mais se aferra,
a dália é toda cimento.
A transparência da hora corrói ângulos obscuros:
cantiga que não implora nem ri,
patinando muros.
já nem se escuta a poeira que o gesto espalha no chão.
A vida conta-se inteira,
em letras de conclusão.
Por que é que revoa à toa o pensamento, na luz?
E por que nunca se escoa o tempo,
chaga sem pus?
O inseto petrificado
na concha ardente do dia une o
tédio do passado a uma futura energia.
No solo vira semente?
Vai tudo recomeçar?
É falta ou ele que sente o sonho
do verbo amar
Carlos Drummond de Andrade
Escrito por Lilith às 23h54
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